Abra seu exame aqui, de graça

ou arraste e solte aqui o CD, a pasta ou o .zipvocê também pode escolher direto o .zip do CD

Aceita .dcm (mesmo sem extensão), séries completas de vários arquivos, o .zip, .rar ou .7z do CD, imagens JPG/PNG, .nii, .nii.gz e o PDF do laudo.

Converta seu DICOM em JPG sem enviá-lo a nenhum servidor

Os conversores genéricos funcionam enviando a sua radiografia para os servidores deles. Aqui não: você abre o exame logo abaixo, navega até o corte que quer, ajusta brilho e contraste e o baixa como JPG — tudo dentro do seu navegador, grátis e sem conta.

Atualizado em 15 de setembro de 2026

Exame DICOM aberto no visualizador do navegador, pronto para baixar um corte como JPG

Grátis

Sem conta, sem cadastro e sem instalar programas

0 uploads

A conversão acontece dentro do seu navegador, não em um servidor de terceiros

JPG do corte

Baixe o quadro que você vê, com o brilho e o contraste que ajustou

Sem seus dados

Os metadados DICOM com o seu nome não viajam dentro do JPG exportado

Para visualizá-lo, seu exame não é enviado a lugar nenhum

O arquivo é lido e desenhado dentro do seu navegador. Ele não viaja para os nossos servidores. Suas medições e seu laudo também não: ficam na memória da aba e somem quando você a fecha, então não deixam rastro nem em um computador compartilhado. A única coisa que sai daqui é o que você mesmo mandar: se pedir o link para o seu médico, o exame é criptografado neste mesmo dispositivo antes de subir, a chave viaja dentro do link e não chega até nós, e o arquivo é apagado quando expira. Da visita em si, sim, mantemos um registro — quantos arquivos você abriu, quanto pesavam, quanto demorou para aparecer e se algo falhou — para saber se o visualizador está cumprindo seu papel; nunca os nomes dos arquivos nem nada do que há dentro deles.

Não serve para leitura diagnóstica primária

Um diagnóstico formal é emitido em monitores calibrados para radiologia. Esta ferramenta serve para revisar, medir, comparar e explicar o exame ao seu paciente — não para substituir a estação de laudo.

Grátis, sem conta

  • Ver qualquer série DICOM, NIfTI ou o PDF que vier no CD

  • Janela e nível, zoom, cine e comparação de séries

  • Medições em milímetros reais, ângulos e anotações

  • Reconstrução multiplanar (MPR) e visualização 3D

  • Redigir o laudo e exportá-lo ou imprimi-lo

  • Baixar seus próprios arquivos em um zip

Precisa de conta

  • Salvar o exame no prontuário de um paciente

  • Arquivar o laudo assinado junto à nota da consulta

  • Manter medições e imagens-chave entre sessões

  • Receber exames direto dos seus equipamentos por lista de trabalho (worklist)

  • Compartilhar o exame com o paciente sem gravar um CD

Resposta rápida

Para converter um DICOM em JPG não é preciso instalar nada nem enviar o seu exame para lugar nenhum: o visualizador desta página o abre dentro do seu navegador, deixa você ajustar brilho e contraste e baixa o corte que está na tela como JPG com o botão “Baixar JPG”. É grátis e sem conta. A diferença em relação aos conversores genéricos é onde a conversão acontece: eles a fazem nos servidores deles, com a sua radiografia enviada; aqui ela acontece no seu próprio computador.

Como converter DICOM em JPG, passo a passo

  1. Abra seu exame no visualizador desta página

    Clique em “Abrir meu exame” e selecione a pasta do CD ou do pen drive, o .zip da clínica de imagem ou os arquivos .dcm soltos — mesmo que não terminem em .dcm: os cortes de um CD costumam se chamar IM000001 e ainda assim são DICOM. No iPhone e no iPad o seletor não oferece pastas, então escolha o .zip ou selecione todos os arquivos de uma vez.

  2. Navegue até o corte e ajuste brilho e contraste

    Percorra os cortes até o que você quer exportar e ajuste a janela e o nível — o brilho e o contraste — até aparecer o que interessa: pulmão, osso, partes moles. Isso importa porque o JPG captura a imagem tal como você a vê; o que ficar achatado em branco ou em preto na tela vai ficar igual no arquivo.

  3. Clique em “Baixar JPG” na barra do visualizador

    O corte que está na tela é baixado como JPG, gerado no seu próprio computador. Se precisar de vários cortes, repita: navegue, ajuste, baixe. E guarde os DICOM originais — o JPG é uma cópia para mostrar, não um substituto do exame.

Sua radiografia não deveria passear por servidores de terceiros

Pesquise “dcm para jpg online” e os primeiros resultados — Convertio, Aspose, GroupDocs e parecidos — compartilham o mesmo desenho: você envia o seu arquivo para os servidores deles, a conversão acontece lá e eles devolvem o JPG. Para um logotipo ou um documento qualquer, tanto faz. Para uma tomografia (TC), não: o arquivo que você envia leva a imagem do seu corpo e, nos metadados, o seu nome, a sua data de nascimento e a clínica onde você foi atendido. É dado pessoal sensível viajando para uma infraestrutura que você não controla, sob os termos de serviço que aquele site tiver decidido.

A alternativa não é confiar mais: é não haver nada em que confiar. O visualizador desta página lê o DICOM, desenha a imagem e gera o JPG dentro do seu navegador — a conversão é uma operação local, como abrir um arquivo com um programa instalado, só que sem instalar nada. Dá para comprovar na aba “Rede” das ferramentas de desenvolvedor: enquanto você abre o exame e baixa o JPG, o seu exame não sai em nenhuma requisição. Por isso também não pede conta.

O que é o JPG do seu exame — e o que ele deixa de ser

Convém ter isso claro antes de apagar qualquer coisa: o JPG que você baixa é uma foto do corte, não o exame. Útil para mostrar; insuficiente para revisar. Isto é o que fica pelo caminho:

  • A janela congela. O DICOM guarda milhares de níveis de densidade e o JPG só 256 tons: você exporta a faixa que estava na tela e o resto é descartado. No JPG já não dá para passar da janela de pulmão para a janela de osso, porque os dados necessários não estão mais lá.

  • As medições deixam de valer. O DICOM declara quantos milímetros mede cada pixel; o JPG não carrega essa calibração. Sobre a foto só se contam pixels.

  • Perde-se o contexto do exame. Série, posição do corte, parâmetros de aquisição: nada disso viaja no JPG. Um corte solto não diz de que parte do volume saiu.

Nada disso é defeito do visualizador: é o que converter significa. Por isso a regra prática é uma só — o JPG serve para mostrar (uma mensagem, um documento, uma impressão) e os arquivos DICOM originais são conservados sempre, porque são os únicos sobre os quais dá para voltar a ajustar, medir e comparar. Se o que você tem é o CD e ainda não conseguiu abri-lo, comece por como abrir o CD de uma tomografia.

Para enviar o exame completo, o JPG é o caminho errado

O botão desta página converte o corte que você vê, um de cada vez. É de propósito: uma tomografia tem centenas de cortes, e quem a recebe em JPGs recebe centenas de fotos congeladas, sem ordem garantida, sem janela ajustável e sem poder medir. Nenhum médico quer ler isso.

Se a meta é que o seu médico veja o exame, o mesmo visualizador tem uma saída melhor: o botão de compartilhar gera um link criptografado no seu próprio dispositivo que leva o exame completo, navegável, com as ferramentas. A chave de descriptografia viaja dentro do link e nunca até nós — não conseguimos abrir o que ele guarda —, e o link expira sozinho em 72 horas. Quem o abre vê o exame de verdade, com janela, medições e MPR, não um álbum de fotos. Os detalhes estão no visualizador DICOM online, e se o que você quer exportar é uma chapa avulsa, o guia de ver uma radiografia online vai direto a esse caso.

Perguntas frequentes

Converter DICOM em JPG perde qualidade?

Perde informação, o que importa mais do que a nitidez. Um corte DICOM guarda milhares de níveis de densidade e o JPG só 256 tons, então a faixa que não estava na tela na hora de exportar é descartada: no JPG você já não consegue trocar da janela de pulmão para a janela de osso. Também se perde a calibração em milímetros, de modo que sobre o JPG não dá mais para medir. Por isso vale ajustar brilho e contraste antes de baixar, e conservar sempre os arquivos DICOM originais.

O JPG serve para imprimir?

Sim, para levar à consulta, colar em um documento ou explicar um achado a alguém. O JPG sai com a resolução do corte original, então imprime bem em uma folha A4. O que ele não é: uma chapa diagnóstica. A leitura formal de um exame — o laudo — é feita sobre o DICOM, em monitores calibrados para radiologia, não sobre uma impressão.

O JPG carrega meus dados pessoais?

Os metadados do arquivo DICOM — seu nome, a data, o aparelho, a clínica de imagem — não viajam dentro do JPG exportado: o JPG é só a imagem do corte. Uma ressalva honesta: alguns aparelhos, sobretudo de ultrassom (a “ecografia”, como se diz em Portugal), gravam o nome do paciente dentro dos próprios pixels da imagem; se ele aparece gravado na tela, também vai aparecer no JPG.

Posso converter o exame inteiro de uma vez, ou em PDF?

Não. O botão “Baixar JPG” exporta o corte que está na tela, um de cada vez, e só em JPG. Se o que você precisa é que outra pessoa veja o exame completo, converter centenas de cortes é o caminho errado: gere no visualizador o link criptografado para compartilhá-lo, que leva o exame inteiro, navegável e com as medições, e expira sozinho em 72 horas.

Por que não usar Convertio, Aspose ou GroupDocs para passar meu .dcm para JPG?

Porque esses conversores funcionam enviando o seu arquivo para os servidores deles: a conversão acontece lá, com o seu exame e os seus dados dentro. Um exame médico é dado pessoal sensível, e a versão que não exige confiar em ninguém é convertê-lo sem que ele saia do seu computador. É isso que o visualizador desta página faz: lê o DICOM e gera o JPG dentro do seu navegador.

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